11 de fevereiro de 2026

​Mini-índice (WING26): balanços, exterior e ajuste técnico no radar 

Confira o que a análise técnica aponta para o mini-índice hoje (05 de fevereiro)
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O mini-índice (WING26) encerrou a última sessão (04/02) em forte baixa de 2,22%, aos 182.385 pontos, movimento que reforçou o viés corretivo no curto prazo. O mercado acionário brasileiro teve um pregão de forte aversão ao risco, com o Ibovespa registrando a pior queda do ano, puxado por realização de lucros, ruído político e deterioração do ambiente externo. O balanço do Santander reacendeu preocupações com a qualidade dos ativos e desencadeou correção no setor financeiro, enquanto a fuga de ações de tecnologia em Wall Street e dados mais fracos do mercado de trabalho dos EUA reforçaram o viés defensivo global. No plano doméstico, o noticiário fiscal e institucional aumentou a pressão sobre os preços.

Para os traders do mini-índice, a sessão foi de aceleração vendedora e alta volatilidade. Bancos e varejo lideraram as perdas, reduzindo a capacidade de reação intradiária, com alívio pontual apenas em poucos papéis, como Vale (VALE3). Com a agenda de indicadores mais esvaziada e o foco voltado aos balanços corporativos, o mercado segue sensível ao fluxo e a manchetes, exigindo leitura técnica apurada e gestão rigorosa de risco.

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Análise do gráfico de 15 minutos

No intraday, observo que o WING26 encerrou a sessão em movimento negativo, ainda que com um leve repique no final do pregão, quando voltou a negociar próximo da região das médias de 9 e 21 períodos. Para que o contrato siga com o fluxo de baixa, será necessária a entrada de fluxo vendedor capaz de romper a faixa de suporte em 181.705/180.935 pontos. A perda desse nível tende a intensificar o movimento corretivo, com projeções para 180.520/179.745 pontos e, em um cenário mais estendido, para 179.115/178.135 pontos.

Por outro lado, uma tentativa de retomada do fluxo de alta passa pela superação da região de resistência em 182.530/183.480 pontos. Caso esse rompimento seja confirmado, o mini-índice pode buscar 184.115/184.490 pontos, com alvos mais longos em 185.570/186.835 pontos.

No gráfico diário, o mini-índice fechou em baixa, mantendo o movimento corretivo no curtíssimo prazo, embora ainda negocie acima das médias móveis, o que preserva a tendência principal de alta. Vejo espaço para continuidade da correção no curto prazo, sem descaracterizar o cenário estruturalmente positivo.

Para retomar o fluxo de alta, será necessário romper a região de resistência em 187.435/188.315 pontos, abrindo espaço para objetivos iniciais em 188.780/189.385 pontos

Em sentido oposto, a continuidade do movimento de baixa exige a perda da faixa de 180.935/179.118 pontos, o que pode levar o mercado a buscar suportes mais profundos em 177.180/173.350 pontos. O IFR (14) diário está em 64,59, em região neutra, indicando espaço tanto para novas correções quanto para retomadas pontuais.

Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

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WING26: Gráfico de 60 minutos

Pelo gráfico de 60 minutos, noto que o mini-índice também encerrou a última sessão no negativo, negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o tom de cautela no curto prazo. A atenção agora se concentra no comportamento do preço nessas regiões técnicas, que tendem a definir o próximo movimento direcional.

Para dar sequência ao fluxo de baixa, será necessária a perda da região de suporte em 180.935/179.115 pontos. Abaixo desse patamar, o contrato passa a ter potencial para buscar 178.135/176.815 pontos, com alvos mais longos em 174.545/173.350 pontos.

Já para retomar o fluxo comprador, será fundamental a entrada de volume que permita superar a região de resistência em 182.530/184.115 pontos. Um rompimento consistente dessa faixa pode destravar avanços em 185.570/187.435 pontos, com projeções adicionais para 188.315/188.780 pontos.

Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

(Rodrigo Paz é analista técnico)

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