9 de fevereiro de 2026

​Jogos Olímpicos de Inverno: alta dos metais torna medalhas as mais caras da história 

Prêmio de ouro pode alcançar valor material de cerca de R$ 12,1 mil
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Os atletas que subirem ao pódio nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina receberão as medalhas mais valiosas da história olímpica em termos de valor material. A explicação está na forte valorização dos metais preciosos nos últimos anos.

Segundo cálculos da CNN, desde os Jogos Olímpicos de Paris o ouro acumulou alta de 107% e a prata, de 200%. Com isso, o valor material de uma medalha de ouro chega a cerca de US$ 2.300, o equivalente a R$ 12,1 mil — mais do que o dobro do registrado nos Jogos de Verão.

Já a medalha de prata tem valor estimado em US$ 1.400, ou aproximadamente R$ 7,4 mil, quase três vezes acima do custo material observado em Paris.

Ao todo, mais de 700 medalhas serão entregues nos Jogos de Inverno, todas produzidas com metais reciclados. Apesar do nome, as medalhas olímpicas de ouro não são feitas de ouro maciço desde os Jogos de Estocolmo, em 1912.

De acordo com a casa de leilões londrina Baldwin’s, as medalhas de ouro daquele período, com cerca de 26 gramas, teriam valor inferior a US$ 20 à época. Corrigido pela inflação, esse montante equivaleria hoje a aproximadamente US$ 530, cerca de R$ 2,8 mil.

Atualmente, uma medalha de ouro pesa em torno de 506 gramas e contém apenas cerca de seis gramas de ouro puro, sendo o restante composto por prata. As medalhas de prata são feitas com prata de alta pureza, enquanto as de bronze — compostas basicamente de cobre — pesam cerca de 420 gramas e têm valor material estimado em US$ 5,60, o equivalente a R$ 29,50.

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