16 de fevereiro de 2026

​Renda fixa hoje: quais são as taxas de CDBs, LCIs e LCAs nesta quinta (12) na XP? 

Confira taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa
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O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quinta-feira (12), CDBs com taxas prefixadas de até 13,700% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,220% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 115% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 10,820% para vencimento em 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+6,810% em 1 ano e as pós-fixadas pagam até 84% do CDI em 12 meses.

LCIs pós-fixadas pagam até 87% do CDI em 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

LCI CEF
Taxa: 87% do CDI
Vencimento: fevereiro/2027
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CDB PERNAMBUCANAS
Taxa: 110% do CDI
Vencimento: fevereiro/2030
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CDB ORIGINAL
Taxa: 106% do CDI
Vencimento: janeiro/2031
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quinta-feira (12)

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Cenário Renda Fixa da XP

As taxas dos juros futuros tiveram comportamento misto nesta quarta-feira (11), com queda na ponta curta e alta na ponta longa da curva, refletindo a combinação entre sinais de flexibilização monetária no Brasil e pressão vinda do exterior. O movimento foi guiado principalmente pelas declarações do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pela alta dos rendimentos dos Treasuries.

No fechamento, o DI para janeiro de 2028 recuou 5 pontos-base, a 12,635%, acompanhando a melhora das expectativas para a política monetária doméstica. Já o DI para janeiro de 2035 subiu 3 pontos-base, a 13,49%, evidenciando pressão mais concentrada nos vencimentos longos.

Pela manhã, Galípolo reiterou que o Banco Central pretende iniciar a “calibragem” da Selic a partir de março, reforçando a sinalização já dada pelo Copom. O tom considerado equilibrado e dependente de dados foi bem recebido pelo mercado, contribuindo para a queda das taxas curtas, mais sensíveis às perspectivas para a política monetária.

Apesar disso, a curva não cedeu de forma mais ampla por conta do cenário externo. Dados fortes do mercado de trabalho dos Estados Unidos — com criação de 130 mil vagas em janeiro, acima do esperado — elevaram os rendimentos dos Treasuries, reduzindo o espaço para cortes de juros pelo Federal Reserve.

A alta dos juros norte-americanos acabou pressionando a ponta longa da curva brasileira, que acompanha mais de perto o comportamento das taxas globais e os prêmios de risco de longo prazo. Operadores destacaram que esse movimento externo foi o principal fator limitando a queda mais intensa da curva doméstica.

Assim, a sessão terminou com leve inclinação da curva, marcada por alívio nas taxas curtas diante da perspectiva de cortes da Selic e por pressão nas taxas longas, influenciadas pela alta dos juros internacionais e pelo ambiente externo menos favorável.

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