15 de fevereiro de 2026

​Multimercados recuperam apelo entre investidores; veja opções para fevereiro 

Relatório aponta maior previsibilidade macro e oportunidades globais
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Após um período de desempenho irregular e saídas relevantes, os fundos multimercados começaram 2026 dando sinais de recuperação e voltando ao radar dos investidores. Dados recentes da indústria mostram que a classe retomou protagonismo na captação, em meio à perspectiva de juros mais baixos e maior busca por diversificação.

Em janeiro, os multimercados lideraram as entradas líquidas da indústria, com captação de cerca de R$ 17,3 bilhões, enquanto o patrimônio total dos fundos no Brasil alcançou aproximadamente R$ 75,3 bilhões no mesmo período, segundo dados da Anbima.

O movimento reflete uma mudança gradual de posicionamento dos investidores, que voltam a considerar a classe como alternativa para navegar diferentes cenários de mercado, dada sua flexibilidade de alocação entre ativos locais e globais.

Além do fluxo mais positivo, gestores têm destacado que a combinação de inflação mais comportada, possíveis cortes de juros e maior dispersão de oportunidades entre classes de ativos tende a favorecer estratégias macro, quantitativas e de valor relative. Pilares tradicionais dos multimercados.

Nesse contexto, a classe volta a ganhar espaço nas carteiras diversificadas, especialmente para investidores que buscam retorno acima do CDI com controle de risco no médio e longo prazo. Entenda como este tipo de investimento funciona, seus riscos, vantagens e opções disponíveis no mercado.

Opções de Fundos multimercados para investirAmbiente mais previsível abre espaço para multimercados, aponta XPFundos de investimento: como funcionam?Tipos de fundos e estratégiasQuais são as vantagens em investir em fundos?Quais são os riscos?Custos e tributação

Opções de Fundos multimercados para investir

AZ Quest Altro Advisory FIC de FIF Multimercado CP

Aplicação inicial mínima: R$500,00

Movimentações adicionais: R$100,00

Saldo mínimo de permanência: R$100,00

Cotização de aplicação: D0 (Dias Úteis)

Cotização de resgate: D44 (Dias Corridos)

Liquidação de resgate: D1 (Dias Úteis)

Taxa de performance: 20,00%

Taxa global anual: 0,80% a.a.

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JGP Strategy Advisory FIC FIF Multimercado RL

Aplicação inicial mínima: R$1.000,00

Movimentações adicionais: R$1.000,00

Saldo mínimo de permanência: R$1.000,00

Cotização de aplicação: D0 (Dias Úteis)

Cotização de resgate: D30 (Dias Corridos)

Liquidação de resgate: D1 (Dias Úteis)

Taxa de performance: 20,00%

Taxa global anual: 1,85% a.a.

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Gama Wellington Schroder Gaia BRL FIF CIC Multimercado IE RL

Aplicação inicial mínima: R$1.000,00

Movimentações adicionais: R$500,00

Saldo mínimo de permanência: R$500,00

Cotização de aplicação: D0 (Dias Úteis)

Cotização de resgate: D7 (Dias Corridos)

Liquidação de resgate: D1 (Dias Úteis)

Taxa de performance: Não há

Taxa global anual: 0,65% a.a.

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Ambiente mais previsível abre espaço para multimercados, aponta XP

Com um cenário macroeconômico mais equilibrado e maior visibilidade sobre a trajetória da política monetária, o ambiente volta a se mostrar mais favorável para estratégias ativas e flexíveis, característica central dos fundos multimercados.

No relatório mensal de alocação de fevereiro, a XP destaca que “a maior previsibilidade da política monetária e a normalização da volatilidade tendem a favorecer estratégias macro e de valor relativo”, especialmente em posições envolvendo juros, moedas e ativos globais.

Os analistas também ressaltam que, com o avanço do ciclo monetário, a classe tende a ganhar relevância dentro da diversificação de portfólio. Segundo o documento, “em um cenário de juros mais baixos adiante, os multimercados seguem como alternativa relevante para buscar retorno ajustado ao risco, combinando diferentes fontes de performance”.

Outro ponto enfatizado é a importância da seleção dentro da classe, diante da ainda elevada dispersão de resultados. “A escolha de gestores com processos robustos e histórico consistente de gestão de risco segue sendo fundamental para capturar os benefícios da classe, menciona o relatório.

Leia também: Relatório mensal de alocação | fevereiro 2026

Fundos de investimento: como funcionam?

Ao investir em um fundo, o investidor adquire cotas que representam uma fração do patrimônio total. A valorização dessas cotas depende do desempenho dos ativos que compõem a carteira.

A gestão do fundo é realizada pelos gestores, que tomam decisões de investimento com base na política e nos objetivos estabelecidos no regulamento do fundo.

Os fundos estão sujeitos a riscos, que podem variar conforme o tipo de ativo investido. Antes de investir, é importante conhecer o perfil de risco do fundo e consultar materiais técnicos, como o regulamento e o prospecto, disponíveis nos canais oficiais.

Tipos de fundos e estratégias

Os fundos são classificados conforme os ativos em que investem. Abaixo, seguem alguns exemplos:

Renda fixa: Aplicam em títulos públicos e privados, podendo ter baixa ou alta volatilidade, dependendo da estratégia.

Multimercado: Combinam renda fixa, variável e cambial, oferecendo maior flexibilidade e complexidade.

Imobiliários: Investem em imóveis ou títulos do setor, proporcionando exposição ao mercado imobiliário com liquidez por negociação na bolsa.

Quais são as vantagens em investir em fundos?

Os fundos de investimento são atrativos por diversos motivos:

Diversificação de ativos, o que pode ajudar a reduzir riscos;

Gestão profissional;

Boa parte dos fundos possuem liquidez para aplicação e resgate;

Acessibilidade para diferentes perfis de investidores;

Custos compartilhados entre cotistas;

Transparência garantida por relatórios regulares.

Quais são os riscos?

Investidores, porém, devem estar atentos aos riscos associados, tais como:

Crédito: Possibilidade de inadimplência nos ativos.

Mercado: Flutuações inesperadas na economia podem afetar os rendimentos.

Liquidez: Dificuldade em vender ativos pouco negociados pode gerar perdas. Vale lembrar que os fundos não contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), reforçando a importância da análise criteriosa antes de investir.

Custos e tributação

Além disso, os fundos possuem taxas que impactam os rendimentos:

Administração: Percentual sobre o patrimônio para gestão.

Performance: Bonificação para gestores que superam o benchmark.

Saída: Cobrança para resgates antes do prazo regulamentado.

IOF: Aplicado em resgates feitos antes de 30 dias.

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