Índices futuros dos EUA têm leves ganhos
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Ibovespa hoje
Ibovespa futuro sobe aos 193,4 mil pontos, dólar comercial sobe a R$ 5,16 e juros futuros recuam.Brasil tem déficit em conta corrente de US$ 8,36 bi em janeiro, acima do esperado.Nova tarifa de Trump entra em vigor com taxa mais baixa.Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Ibovespa futuro avança 0,43%, aos 193.270 pontos
Dólar comercial abre em alta de 0,01%, cotado a R$ 5,168 na compra e a R$ 5,169 na venda
Minidólar com vencimento em março (WDOH26) vira para baixa, com 0,13%, cotado a 5.172,50
Bitcoin Futuro (BITFUT) começa dia com perdas de 2,11%, aos 327.560,00
Mini-índice com vencimento em abril de 2026 (WINJ26) abre dia com alta de 0,14%, aos 192.755 pontos
Dólar futuro abre em baixa de 0,02%, cotado aos 5.179,00 pontos
Ibovespa futuro abre em alta de 0,10%, cotado aos 192.645 pontos
Minidólar com vencimento em março (WDOH26) começa o dia com alta de 0,05%, cotado a 5.181,50
Preços dos combustíveis no Brasil seguem abaixo da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 29 dias diminuição dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 295 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.
Diesel A S10 (média nacional): -16%, ou -R$ 0,53 (ontem: -13%, ou -R$ 0,42)Gasolina A (média nacional): -1%, ou -R$ 0,04 (ontem: -3%, ou -R$ 0,07)
Lula diz que gostaria de visitar EUA em 16 de março, mas data ainda não está definida
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira que gostaria de visitar os Estados Unidos no dia 16 de março, embora uma data para sua viagem a Washington para uma reunião com o presidente dos EUA, Donald Trump, ainda não esteja marcada. Em entrevista a jornalistas que acompanham sua viagem à Coreia do Sul, Lula disse que tem a tratar com Trump pautas de interesse do Brasil, do multilateralismo e da democracia, e que também ouvirá qual a pauta que o presidente dos EUA quer tratar com ele. “Ainda não está marcada a reunião, acho que precisa ser lá pelo dia 16 de março, ou próximo a essa data, e quando tiver a reunião nós vamos conversar os assuntos”, disse Lula a jornalistas, adiantando que pretende levar consigo nessa viagem representantes da Polícia Federal, da Receita Federal e do Ministério da Fazenda para tratar do combate ao crime organizado. No domingo, também em entrevista a jornalistas durante sua visita à Índia, Lula disse que pretende tratar com Trump de comércio, imigração, investimentos e parceria entre universidades. Ele também se recusou a comentar a decisão da Suprema Corte dos EUA na sexta-feira que derrubou muitas das tarifas de Trump sobre produtos que entram nos EUA.
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Gerdau aprova pagamento de dividendos; confira quem tem direito
CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para março está em 95%
Gilmar vê “desordem” e proíbe penduricalhos no Judiciário e MP
A decisão de Gilmar acompanha requerimento da Procuradoria-Geral da República, protocolado há seis anos.
Azul registra Ebitda R$ 801,9 milhões em dezembro
A receita líquida total, por sua vez, somou R$ 2,082 bilhões.
Governo oficializa revogação de decreto sobre hidrovias
O governo federal publicou nesta terça-feira no Diário Oficial da União (DOU) a revogação do decreto que autorizava a inclusão das hidrovias dos rios Madeira, Tocantins e Tapajós no Programa Nacional de Desestatização, depois de cerca de um mês de protestos de comunidades indígenas em Santarém (PA). A decisão do governo de recuar da medida havia sido divulgada na véspera pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, após reunião com lideranças indígenas. A oficialização da revogação era aguardada pelos indígenas que protestam e ocupam um terminal fluvial da Cargill em Santarém. Eles haviam condicionado a desocupação das instalações à publicação no DOU.
China proíbe exportação para empresas japonesas que produzem bens com fins militares
A medida não afetará “as trocas econômicas e comerciais normais entre a China e o Japão”, informou o Ministério do Comércio chinês.
Brasil registra déficit em conta corrente de US$8,36 bi em janeiro, diz BC
O Brasil teve déficit em transações correntes de US$8,36 bilhões em janeiro, com o déficit acumulado em 12 meses totalizando o equivalente a 2,92% do Produto Interno Bruto, informou o Banco Central nesta terça-feira. A expectativa em pesquisa da Reuters com especialistas era de um saldo negativo de US$6,4 bilhões em janeiro. No mês, os investimentos diretos no país alcançaram US$8,168 bilhões, contra US$7,0 bilhões projetados na pesquisa.
Kremlin diz que conflito na Ucrânia evoluiu para confronto muito mais amplo com Ocidente
O Kremlin afirmou nesta terça-feira que a decisão dos países ocidentais de intervir no conflito na Ucrânia significa que ele se tornou um confronto muito mais amplo com nações que a Rússia acredita que querem destruí-la. Falando exatamente quatro anos depois que dezenas de milhares de soldados russos entraram na Ucrânia sob as ordens do presidente Vladimir Putin, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que os combates continuavam, mas que Moscou segue aberta a alcançar seus objetivos por meios políticos e diplomáticos. “Após a intervenção direta neste conflito por parte dos países da Europa Ocidental e dos Estados Unidos, a operação militar especial transformou-se, de fato, num confronto muito maior entre a Rússia e os países ocidentais, que tinham e continuam tendo como objetivo destruir o nosso país”, afirmou Peskov. Questionado se Moscou acredita que o conflito poderia ser resolvido por meio de negociações, Peskov afirmou: “Continuamos nossos esforços para alcançar a paz, nossa posição é muito clara e consistente. Agora tudo depende das ações do regime de Kiev”.
PL aguarda decisão de Flávio Bolsonaro para fechar chapa ao governo
Reunião nesta terça-feira entre senador e Castro pode bater martelo sobre candidato ao Palácio Guanabara.
China mantém taxas de empréstimo pelo nono mês consecutivo
A China deixou as taxas referenciais de empréstimo inalteradas pelo nono mês consecutivo nesta terça-feira. A taxa primária de empréstimos (LPR) de um ano foi mantida em 3,0%, enquanto a LPR de cinco anos permaneceu em 3,5%. A manutenção das taxas em fevereiro sugere que as autoridades não têm pressa em implementar novas medidas de afrouxamento monetário após os cortes nas taxas direcionados a setores específicos no mês passado. Alguns analistas veem espaço limitado para reduções nas taxas de referência no primeiro trimestre. A China atingiu sua meta de crescimento econômico de cerca de 5% para 2025, impulsionada por um boom nas exportações, mas desequilíbrios estruturais, atritos comerciais e crescente incerteza geopolítica afetam as perspectivas. Uma previsão da Reuters mostrou que o crescimento econômico provavelmente desacelerará para 4,5% em 2026.
Europa teme um novo confronto com Trump — desta vez, na tecnologia
EUA acusam regras digitais europeias de funcionarem como barreiras disfarçadas contra big techs americanas e cogitam retaliações comerciais.
Ministros das Relações Exteriores, incluindo do Brasil, condenam Israel por medidas na Cisjordânia
Os ministros das Relações Exteriores do Brasil, França, Espanha, Turquia e vários outros países condenaram as decisões israelenses que, segundo eles, introduzem ampliações abrangentes do controle israelense ilegal sobre a Cisjordânia. “As mudanças são de amplo alcance, reclassificando terras palestinas como supostas ‘terras estatais’ israelenses, acelerando a atividade ilegal de assentamentos e aprofundando ainda mais a administração israelense”, afirmou o comunicado conjunto, publicado na noite de segunda-feira pelo ministério das Relações Exteriores do Brasil. Outros países que assinaram a declaração incluíram a Arábia Saudita, o Egito e o Catar, bem como os chefes da Liga Árabe e da Organização da Cooperação Islâmica. Em 15 de fevereiro, o gabinete de Israel aprovou novas medidas para reforçar o controle de Israel sobre a Cisjordânia ocupada e facilitar a compra de terras pelos colonos, uma medida que os palestinos chamaram de “anexação de facto”. (Reuters)
Mudança na política tarifária de Trump pode beneficiar Embraer, companhias aéreas e setor aeroespacial dos EUA
A fabricante brasileira de aviões Embraer, as companhias aéreas americanas e o setor aeroespacial comercial em geral devem se beneficiar da imposição de um regime tarifário revisado pelo governo Trump nesta terça-feira. Mas advogados especializados em aviação e executivos do setor pediram cautela, alertando que a mudança na política da Casa Branca ainda está criando incertezas. Aeronaves comerciais, motores e peças aeroespaciais devem ser isentos da tarifa temporária de 10% sobre importações globais introduzida pela seção 122 da Lei de Comércio de 1974, de acordo com um anexo ao decreto do presidente dos EUA, Donald Trump, que autoriza a tarifa. A taxa, que ele disse posteriormente que aumentaria para 15%, foi anunciada para substituir as tarifas derrubadas na sexta-feira pela Suprema Corte dos EUA. A isenção global para o setor aeroespacial é mais ampla do que as já generosas isenções tarifárias concedidas aos maiores exportadores da indústria para os EUA em acordos comerciais anteriores, incluindo a União Europeia, Reino Unido, Japão, Canadá e México.
Novas tarifas dos EUA entram em vigor com taxa mais baixa de 10%
Trump anunciou inicialmente uma nova taxa global temporária de 10%, mas, menos de 24 horas depois, disse que a aumentaria para 15%.
Barris de petróleo operam estáveis e minério de ferro cai 1%
Os preços do petróleo operam estáveis, à medida que os investidores avaliavam as chances de um acordo nuclear com o Irã, depois que Trump disse preferir uma solução diplomática, mas alertou para as consequências caso um acordo não fosse alcançado.nAs cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, em reação à queda nos preços do minério de ferro em Cingapura durante o feriado do Ano Novo Lunar.
Petróleo WTI, -0,09%, a US$ 66,25 o barrilPetróleo Brent, -0,25%, a US$ 71,31 o barrilMinério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -1,79%, a 740,50 iuanes (US$ 107,18)
Ações europeias operam de forma mista
Os mercados europeus operam no vermelho, enquanto traders avaliam o novo cenário do comércio global após a mais recente medida tarifária de Trump. Autoridades europeias expressaram preocupação com a medida, sinalizando que ela poderia representar uma ameaça aos seus acordos comerciais com os EUA. O Parlamento Europeu anunciou que suspendeu os trabalhos de ratificação do acordo comercial EUA-UE, firmado no verão passado.
STOXX 600: -0,12%DAX (Alemanha): -0,08%FTSE 100 (Reino Unido): -0,20%CAC 40 (França): +0,10%FTSE MIB (Itália): -0,10%
Bolsas da Ásia encerram dia de forma mista
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam com sem direção única, com investidores avaliando as novas ameaças de tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump, e as preocupações de que a inteligência artificial possa prejudicar as empresas de software. Investidores também repercutem a decisão da China sobre a taxa básica de juros. O banco central chinês manteve suas taxas de referência inalteradas em 3% para empréstimos de um ano e 3,5% para empréstimos de cinco anos. Os mercados na China continental subiram 1,06% com a reabertura após o feriado do Ano Novo Lunar.
Shanghai SE (China), +0,87%Nikkei (Japão): +0,87%Hang Seng Index (Hong Kong): -1,82%Nifty 50 (Índia): -1,21%ASX 200 (Austrália): -0,04%
EUA: índices futuros avançam após queda de ontem
Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta terça-feira (24), após Wall Street encerrar a segunda-feira com fortes perdas, impulsionadas por temores de disrupção causada pela inteligência artificial e pelo impacto das tarifas. A recuperação cautelosa ocorre após um pregão marcado por aversão ao risco, quando os investidores lidaram com novas preocupações de que os rápidos avanços na inteligência artificial possam perturbar amplos setores do mundo corporativo americano. O ambiente também segue contaminado pela instabilidade geopolítica. O presidente Donald Trump voltou a defender a elevação das tarifas globais para 15%, enquanto aumentam as tensões diplomáticas entre Washington e Teerã, ampliando o nível de incerteza nos mercados.
Dow Jones Futuro: +0,14%S&P 500 Futuro: +0,22%Nasdaq Futuro: +0,31%
Abertura de mercados
Investidores evitavam grandes apostas nesta terça-feira em meio a uma série de fatores, desde a incerteza sobre a política tarifária dos Estados Unidos e tensões geopolíticas até novas preocupações sobre a turbulência que a inteligência artificial pode causar na economia. Os Estados Unidos impuseram uma tarifa adicional de 10% a partir desta terça-feira sobre todos os produtos não cobertos por isenções, segundo um aviso emitido pela Alfândega e Proteção de Fronteiras, a taxa inicialmente anunciada pelo presidente Donald Trump na sexta-feira, em vez dos 15% que ele prometeu um dia depois. Importadores podem buscar reembolsos de bilhões de dólares, enquanto parceiros comerciais e investidores permanecem no escuro sobre a situação de muitos acordos tarifários existentes. Ao mesmo tempo, há temores sobre os efeitos da IA no setor de software e em outras indústrias, enquanto as tensões entre Estados Unidos e Irã continuam a pairar sobre os mercados. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem no vermelho
Investidores em Wall Street procuraram entender e projetar os impactos da nova ofensiva tarifária do governo Trump, após a derrota sexta-feira (20) na Suprema Corte, que derrubou as tarifas anunciadas em abril do ano passado. “A grande questão para a economia é o que acontecerá depois desse período, e se a política tarifária continuar nesse caminho, podemos muito bem estar de volta à Suprema Corte ainda este ano”, disse à CNBC Michael Landsberg, diretor de investimentos da Landsberg Bennett Private Wealth Management. “A tensão em torno das tarifas provavelmente será um tema de distração para os mercados pelo resto do ano, embora com menos volatilidade do que o choque inicial em abril passado”. Além disso, as preocupações com relação ao setor de tecnologia e suas altas avaliações pesaram sobre o sentimento.
DIs: juros futuros terminam dia de forma mista
Dólar comercial fechou ontem em baixa de 0,14%
O dólar comercial teve a terceira baixa seguida diante do real. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,11%, aos 97,69 pontos.
Venda: R$ 5,169Compra: R$ 5,168Mínima: R$ 5,139Máxima: R$ 5,191
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
Maiores altas
Mais negociadas
Ibovespa terminou ontem com baixa de 0,88%, aos 188.853,49 pontos
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
Segunda-feira (23): -0,88%Semana: -0,88%Fevereiro: +4,13%1T26: +17,21%2026: +17,21%
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