A estimativa do BC é que a medida possa resultar em liberação de R$ 30 bilhões em 2026, informou o BC
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As ações de bancos registraram ganhos nesta quarta-feira (4) em um dia de menor aversão a risco do mercado e também com mudanças anunciadas pelo Banco Central. Bradesco (BBDC4, R$ 20,49, +1,44%), Itaú (ITUB4, R$ 45,01, +1,42%), Banco do Brasil (BBAS3, R$ 25,94, +0,66%), Santander Brasil (SANB11, R$ 33,42, +2,20%) e BTG Pactual (BPAC11, R$ 59,89, +4,14%) fecharam com ganhos variados, entre leves ganhos de 0,66% a altas de mais de 4%.
O Banco Central autorizou na noite de terça as instituições financeiras a deduzirem dos seus recolhimentos compulsórios sobre depósitos à vista e a prazo o valor a ser antecipado obrigatoriamente ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para recompor o patrimônio do fundo.
A estimativa do BC é que a medida possa resultar em liberação de R$ 30 bilhões em 2026, informou a autarquia em nota.
O FGC determinou, em fevereiro, que seus participantes antecipem contribuições ordinárias mensais para assegurar a recomposição do patrimônio do fundo, que foi abalado por pagamentos bilionários a correntistas do banco Master após a instituição ser liquidada pelo BC. São 84 meses de antecipação até 2028.
“A medida visa neutralizar o efeito da antecipação ao FGC na liquidez do sistema bancário”, afirmou o BC sobre a permissão da dedução.
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BC autoriza que bancos deduzam de recolhimentos compulsórios antecipações pagas a FGC
A estimativa do BC é que a medida possa resultar em liberação de R$30 bilhões em 2026, informou a autarquia em nota
As instituições financeiras terão discricionariedade para alocar a dedução entre os compulsórios sobre recursos à vista ou a prazo.
“O uso de reservas obrigatórias como contribuições extraordinárias para FGC foi autorizado pelo Banco Central (valor estimado em R$ 30 bilhões) – e essa autorização praticamente elimina os custos de reconstituição do fundo de seguros’, aponta o UBS BB.
(com Reuters)
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