18 de março de 2026

​Vale, Vivo, Magalu, Neogrid, Raízen, GPA e mais ações para acompanhar hoje 

Confira os principais destaques do noticiário corporativo desta sexta-feira (13)
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O radar corporativo desta sexta-feira (13) traz os resultados de Magazine Luiza (MGLU3), Hypera (HYPE3), Eztec (ETZC3), Ânima (ANIM3), Vittia (VITT3), Energisa (ENGI11), Randoncorp (RAPT4), SLC (SLCE3) e mais empresas.

Vale (VALE3) cancela quase 37% das ações mantidas em tesouraria.

Acionistas da Telefônica Brasil aprovam redução de capital de R$ 4 bilhões.

Justiça aprova processamento do pedido de recuperação extrajudicial da Raízen (RAIZ4).

ViaQuatro, controlada da Motiva, aprova emissão de debêntures no valor de R$ 1,829 bilhão.

O bilionário Silvio Tini e Bonsucex elevam fatia para 23,025% das ações do GPA (PCAR3).

Conselho da Neoenergia (NEOE3) emite parecer favorável à OPA para fechamento de capital.

Neogrid (NGRD3) diz que Dalpe decidiu seguir com OPA por novo preço.

Confira mais destaques:

Raízen (RAIZ4)

A Raízen (RAIZ4) comunicou que, nesta quinta-feira (12), o Juízo da 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca de São Paulo aprovou o processamento da recuperação extrajudicial da companhia e controladas.

A decisão ratificou a suspensão, pelo prazo de 180 dias, de todas as ações e execuções contra a Companhia em relação aos créditos abrangidos pelo processo. Nesse período, fica suspensa a exigibilidade de principal, juros e demais encargos dessas dívidas.

Magazine Luiza (MGLU3)

O Magazine Luiza (MGLU3) divulgou nesta quinta-feira (12) seu resultado do quarto trimestre de 2025 (4T25), com lucro líquido de R$ 131,6 milhões, uma queda de 55,4% sobre o mesmo período do ano passado (4T24), quando lucrou R$ 294,8 milhões. 

O lucro líquido ajustado, que desconsidera itens não recorrentes, ficou em R$ 124,7 milhões, retração de 10,5% ante o 4T24. 

Sobre o resultado operacional, medido pelo Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado, a empresa totalizou R$ 867,3 milhões, alta de 2,5% em relação ao ano anterior. A margem Ebitda se manteve estável sobre o ano passado, com 7,8%. 

Hypera (HYPE3)

A ⁠farmacêutica Hypera teve lucro ⁠líquido de operações continuadas de cerca ‌de R$450 milhões no quarto trimestre, ligeiramente acima do esperado pelo mercado, impulsionada ‌por base de comparação mais fraca com um ano antes, segundo balanço divulgado nesta quinta-feira.

O resultado foi bem acima do lucro líquido de R$79 milhões obtido pela ⁠empresa ‌no quarto trimestre de 2024 ⁠e ficou próximo dos 454 milhões do terceiro trimestre do ano passado. Analistas, em média, esperavam que a companhia apresentasse lucro de R$395 milhões, segundo ​dados da LSEG.

Energisa (ENGI11)

O lucro líquido consolidado da Energisa ficou em R$ 975,2 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 54% na comparação com igual período de 2024. Descontando ajustes, como o Valor Novo de Reposição (VNR) do segmento de distribuição, o lucro líquido societário da transmissão, efeitos não caixa e não recorrentes e adicionando o lucro regulatório do segmento de transmissão, o lucro líquido ajustado recorrente foi de R$ 806,4 milhões, 150,4% acima do reportado um ano antes.

Randoncorp (RAPT4)

A ⁠Randoncorp registrou prejuízo líquido de ‌R$ 231 milhões no quarto trimestre de 2025, revertendo os lucros ‌de R$118 milhões do mesmo período do ano anterior e de R$ 23 milhões no terceiro trimestre, segundo balanço divulgado nesta ⁠quinta-feira.

Segundo ‌a fabricante de implementos ⁠rodoviários, o prejuízo se deu ‘diante da queda expressiva de mercado, do aumento das despesas financeiras e de um maior ​patamar de eventos não recorrentes’.

Ânima (ANIM3)

A Ânima (ANIM3) reportou nesta quinta-feira prejuízo líquido atribuível aos acionistas controladores de R$18,1 milhões no quarto trimestre de 2025, revertendo o lucro de R$15,9 milhões registrado um ano antes, em desempenho afetado pelo aumento das despesas financeiras.

A receita líquida consolidada do grupo de educação, contudo, cresceu 8,6% ano a ano, para R$972,3 milhões, com desempenho positivo em todas as unidades no trimestre. Ânima Core teve alta de 4,5%, Ensino Digital registrou expansão de 3,9% e a Inspirali mostrou aumento de 15,6% versus o mesmo período de 2024.

Vittia (VITT3)

A Vittia registrou lucro líquido ajustado de R$ 32,1 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 30,8% em relação ao mesmo período de 2024. A receita líquida somou R$ 258,1 milhões entre outubro e dezembro, avanço de 0,9%, insuficiente para compensar a pressão sobre as margens em um ambiente de custos mais elevados e dificuldade de repasse de preços no mercado de insumos agrícolas.

O Ebtida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado totalizou R$ 45,6 milhões no trimestre, recuo de 25,6% ante o quarto trimestre de 2024. A margem Ebitda ajustado caiu 6,3 pontos porcentuais, para 17,7%. Segundo a companhia, o desempenho foi influenciado principalmente pelo aumento de 8,6% no custo do produto vendido (CPV), que comprimiu o lucro bruto em 12,3% no período.

SLC Agrícola (SLCE3)

A SLC Agrícola (SLCE3) reportou resultados sólidos no quarto trimestre de 2025, com crescimento acima das estimativas do mercado. Como reflexo do bom desempenho, a ação abriu o dia em alta e fechou com ganhos, mesmo em dia de baixa generalizada no Ibovespa, pressionado pelas tensões entre Estados Unidos e Irã. O ativo SLCE3 fechou com ganhos de 4,34%, a R$ 17,55.

⁠Eztec (EZTC3)

A ⁠Eztec (EZTC3) teve lucro líquido de ⁠R$ 117,5 milhões no quarto trimestre, queda de ‌7,2% sobre um ano antes, mas um resultado acima do esperado pelo mercado, segundo ‌dados divulgados pela construtora e incorporadora nesta quinta-feira.

A companhia fechou o trimestre com geração de caixa de R$ 17,5 milhões, revertendo consumo de R$ 185,4 milhões registrado no quarto trimestre de ⁠2024. ‌Excluindo dividendos, a geração de caixa ⁠da empresa no período teria sido de R$ 237,5 milhões.

Vale (VALE3)

A ⁠Vale (VALE3) disse ⁠que seu conselho ‌de administração aprovou o cancelamento de quase ‌100 milhões de ações ordinárias mantidas em tesouraria sem redução do ⁠valor do ‌seu capital ⁠social, disse a companhia em comunicado enviado ao mercado na quinta-feira à ​noite.

Telefônica ⁠Brasil (VIVT3)

A Telefônica ⁠Brasil, dona da Vivo, disse ‌na quinta-feira que foi aprovada ‌a redução de capital da companhia no ⁠valor ‌de ⁠R$ 4 bilhões em assembleia geral extraordinária, de acordo ​com fato relevante.

Copasa (CSMG3)

O Conselho de Administração da Copasa (CSMG3) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no valor de R$ 177,6 milhões, equivalentes a R$0,4683859622 por ação.

Motiva (MOTV3)

A Motiva (MOTV3) informou que a Concessionária da Linha 4 do Metrô de São Paulo (ViaQuatro), sociedade controlada pela Companhia, aprovou a 7ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, em série única, no valor total de até R$ 1,829 bilhão, com prazo de 7 anos.

Melnick (MELK3)

O Conselho de Administração da Melnick (MELK3) aprovou a compra privada de até 3,1 milhões de ações ordinárias de própria emissão, fora de mercados organizados. Segundo a companhia, a operação tem como objetivo atender ao Programa de Incentivo de Longo Prazo (ILP), permitindo a entrega de ações a executivos em caso de exercício das opções. Os papéis adquiridos também poderão ser mantidos em tesouraria, cancelados ou vendidos posteriormente.

Atualmente, a empresa tem 152,6 milhões de ações em circulação e 752 mil papéis em tesouraria. A recompra pode chegar a 2,03% das ações em circulação.

Neogrid (NGRD3)

A Dalpe Gestão e Participações decidiu prosseguir com a oferta pública de aquisição de ações (OPA) para aquisição de controle e fechamento de capital da Neogrid (NGRD3), pelo novo preço de R$ 30,89 por ação.

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