30 de março de 2026

​Ibovespa Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta sexta 

Índices futuros dos EUA avançam
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Ibovespa hoje

Ibovespa futuro oscila aos 126,2 mil pontos, dólar comercial cai a R$ 5,99 e juros futuros avançam.Com pacote fiscal no radar, investidores acompanham Lula e perspectiva para juros nos EUA.Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.

Confira as últimas dos mercados

update 9h07

Dólar comercial abre em queda de 0,04%, cotado a R$ 5,99

update 9h05

Futuros de Bitcoin (BITFUT) começam sessão com avanço de 0,74%, aos 605.760,00

update 9h04

Minidólar com vencimento em janeiro (WDOF25) começa dia com alta de 0,28%, cotado a 6.601,00

update 9h04

Mini-índice com vencimento em dezembro (WINZ24) começa dia com alta de 0,03%, aos 126.300 pontos

update 9h03

Ibovespa futuro vira para queda de 0,05%, aos 126.235 pontos

update 9h01

Dólar futuro abre em alta de 0,18%, cotado aos 5.996,00 pontos

update 9h01

IBC-Br sobe 0,10% em outubro sobre mês anterior; pesquisa Reuters previa -0,20%

update 9h01

Ibovespa futuro abre em alta de 0,13%, cotado aos 126.455 pontos

update 8h57

Selic: 69% do mercado vê nova alta de 1,00 pp dos juros na reunião de janeiro

A maioria do mercado prevê que o Copom deverá elevar os juros no país nas próximas reuniões. Com o atual patamar de 12,25% a/a, a maioria do mercado projeta que na reunião de 29 de janeiro haverá um novo aumento de 1,00 pp. Os dados são reflexos dos contratos de opções de Copom da B3. Assim, o contrato que precifica alta de 1,00 pp da Selic fechou ontem a 69,50 – ou seja, o mercado aponta 69% de chance deste cenário ocorrer.

29/0119/03Manutenção1,95%5%Aumento de 0,25%0,29%–Aumento de 0,50%2%73,99%Aumento de 0,75%3,50%17,90%Aumento de 1%69,50%–Aumento de 1,25%12%–Aumento de 1,5%7,5%–

 

update 8h55

Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho

update 8h52

Alemanha enfrenta crescimento letárgico e possível impacto de Trump, diz BC

A economia da Alemanha encolherá pelo segundo ano consecutivo em 2024 e sua recuperação será fraca, potencialmente exacerbada por uma guerra comercial com os Estados Unidos, disse o presidente do banco central do país, Joachim Nagel, nesta sexta-feira. A Alemanha, a maior economia da zona do euro, vem sofrendo há anos desde que seu poderoso setor industrial perdeu o acesso à energia barata da Rússia e com a diminuição do apetite da China pelas exportações alemãs. A economia alemã deve ficar estagnada durante os meses de inverno (no Hemisfério Norte) e, em seguida, se recuperar no ritmo mais lento possível, já que o aumento esperado no consumo privado será menor do que o previsto, o mercado de trabalho poderá se enfraquecer ainda mais e o investimento empresarial se recuperará apenas lentamente. “A economia alemã não está apenas lutando contra os persistentes problemas econômicos, mas também contra questões estruturais”, disse Nagel. “O mercado de trabalho também está agora respondendo visivelmente à fraqueza prolongada da atividade econômica.” (Reuters)

update 8h49

Membros do BCE defendem mais cortes nas taxas de juros se a inflação se estabilizar na meta

Quatro membros do Banco Central Europeu defenderam novos cortes nas taxas de juros nesta sexta-feira, desde que a inflação se estabeleça na meta de 2% do BCE conforme esperado. O banco central da zona do euro cortou as taxas de juros pela quarta vez este ano na quinta-feira e manteve a porta aberta para mais afrouxamento, embora alguns analistas tenham considerado que o sinal da presidente Christine Lagarde nessa direção foi menos claro do que esperavam. O presidente do banco central francês, François Villeroy de Galhau; seu colega espanhol, Jose Luis Escriva; o austríaco Robert Holzmann e o luxemburguês Gaston Reinesch pareceram reforçar a mensagem nesta sexta-feira. “Haverá mais cortes nos juros no próximo ano”, disse Villeroy à rádio BFM da França. Falando na TV espanhola, Escriva acrescentou que seria “lógico” que o BCE “reduza novamente as taxas de juros em reuniões futuras” se a inflação continuar a convergir para a meta. Ela foi de 2,3% em novembro. (Reuters)

update 8h41

Mini-índice (WINZ24): Confira os pontos de suporte e resistência nesta sexta (13)

update 8h38

Minidólar (WDOF25): Confira os pontos de suporte e resistência para esta sexta (13)

update 8h33

Localiza (RENT3) aprova pagamento de JCP no valor de R$ 426,4 milhões

Farão jus ao pagamento os acionistas constantes da posição acionária da companhia em 17 de dezembro de 2024.

update 8h30

Quanto R$ 1 milhão passa a render a 100% do CDI após alta da Selic?

Veja quando R$ 1 milhão rende em diferentes aplicações de renda fixa atreladas ao CDI, considerando a Selic em 12,25% ao ano.

update 8h25

Mesmo com ameaça de veto de Biden, Câmara dos EUA aprova expansão do Judiciário

A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou nesta quinta-feira um projeto de lei para acrescentar 66 juízes às cortes federais — que estão defasadas de profissionais — em todo o país, medida que o presidente, o democrata Joe Biden, ameaçou vetar. Os parlamentares só pautaram a medida depois de o presidente eleito, Donald Trump, ter vencido a eleição em novembro. A Câmara, que tem maioria republicana, aprovou a medida por 236 votos contra 173. O Senado, controlado atualmente pelos democratas, aprovou o projeto de lei, que resultaria na maior expansão do Judiciário desde 1990, alguns meses atrás. O projeto de lei bipartidário, que já teve grande apoio, aumentaria o número de juízes em 25 cortes distritais federais em 13 Estados, incluindo Califórnia, Flórida e Texas. Seriam seis ondas de magistrados a cada dois anos, até 2035. Centenas de juízes adotaram uma rara postura pública favorável ao Judges Act, dizendo que o volume de processos aumentou mais de 30% desde que o Congresso aprovou leis para expandir o Judiciário. A lei foi aprovada pelo Senado por unanimidade, em agosto. Mas isso foi antes dos resultados da eleição presidencial. Parlamentares democratas acusam os deputados republicanos de segurarem a votação até Trump sair vencedor do pleito, ganhando assim a chance de indicar os primeiros 25 juízes. (Reuters)

update 8h20

Agora: começa o programa Morning Call desta sexta (13)

update 8h20

Risco de dominância fiscal

Analistas voltaram a alertar sobre o risco de dominância fiscal, com o aumento da Selic pressionando o custo da dívida pública e afetando a sustentabilidade das contas públicas. Apesar de o Brasil ainda não estar em uma situação crítica, há preocupação com o desarranjo fiscal. A reação do mercado ao choque de juros tem sido negativa, com taxas longas subindo. O governo anunciou medidas de contenção de gastos, mas estas ainda são insuficientes para acalmar os investidores. Economistas destacam a necessidade de uma política fiscal mais equilibrada para evitar a dominância fiscal.

update 8h17

Regulamentação da reforma tributária é aprovada no Senado

O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira o primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária sobre o consumo, que agora será enviado para nova análise da Câmara dos Deputados após sofrer alterações. O projeto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), regulamenta a emenda constitucional da reforma tributária, promulgada pelo Congresso no final do ano passado, com o objetivo de unificar impostos e simplificar o sistema tributário brasileiro.

update 8h15

Lula deve sair da UTI hoje

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve deixar a terapia intensiva hoje, após um procedimento complementar para drenar um hematoma no crânio, realizado na quinta-feira (12). Os médicos afirmaram que a chance de novos sangramentos é praticamente nula. Lula seguirá monitorado até o fim da tarde, quando o dreno será retirado, e a alta da UTI está prevista para sexta-feira. O presidente estará em repouso relativo após a alta, mas continuará se comunicando com assessores. A internação gerou preocupações no governo, especialmente devido à agenda legislativa em andamento, incluindo a reforma tributária e o corte de gastos.

update 8h13

Indústria da zona do euro fica inalterada em outubro e recuperação não está à vista

A produção industrial da zona do euro ficou inalterada em outubro em relação ao mês anterior, contra expectativas de uma ligeira queda, mas os dados sugeriram que não há recuperação à vista para um setor que está em profunda recessão há quase dois anos. A estabilidade divulgada pela Eurostat ficou um pouco acima das previsões dos economistas, que previam um declínio de 0,1%, e segue-se a uma queda de 1,5% em setembro. A Alemanha, a França e a Holanda relataram leituras negativas no mês, enquanto a produção italiana estagnou, deixando a Espanha como o único dos maiores países da zona do euro com um resultado positivo.

update 8h09

Barris de petróleo sobem 1% e minério de ferro cai 1%

Os preços do petróleo caminham para um avanço semanal, já que a perspectiva de sanções mais rígidas dos EUA contra o Irã e a Rússia contrariava as preocupações persistentes em torno de um excesso global considerável no ano que vem. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, já que as últimas promessas do principal consumidor, a China, de mais estímulos para sustentar sua economia em dificuldades não impressionaram os investidores. O minério de ferro de referência SZZFF5 para janeiro na Bolsa de Cingapura caía 2,32%, para US$ 103,6 a tonelada.

Petróleo WTI, +1,13%, a US$ 70,81 o barrilPetróleo Brent, +1,04%, a US$ 74,17 o barrilMinério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -1,12%, a 797,00 iuanes (US$ 109,45)

update 8h07

Bolsas da Europa operam mistas

Os mercados europeus operam mistos, com investidores à espera de dados da produção industrial da zona do euro. O Banco Central Europeu cortou os custos de empréstimos em 25 pontos-base, como esperado, e indicou que pode fazer mais cortes em suas próximas reuniões. O Banco Nacional Suíço fez um corte de 50 pontos-base, mais do que o previsto. Em indicadores, os investidores estarão atentos às atualizações mais recentes sobre a inflação na França e aos dados trimestrais do Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido.

FTSE 100 (Reino Unido): +0,10%DAX (Alemanha): +0,33%CAC 40 (França): +0,32%FTSE MIB (Itália): +0,27%STOXX 600: -0,13%

update 8h04

Bolsas da Ásia fecham dia de forma mista

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam sem direção única, com as ações na China e em Hong Kong liderando os declínios da região. Isso ocorreu após a Conferência Central de Trabalho Econômico da China ter terminado sem apresentar detalhes concretos sobre estímulos fiscais, apesar de as autoridades terem prometido impulsionar o consumo. No entanto, a promessa de reduzir as taxas de política monetária, assim como as taxas de reserva dos bancos, levou os rendimentos dos títulos do governo chinês de 10 anos a caírem abaixo de 1,8% pela primeira vez na história.

Shanghai SE (China), -2,01%Nikkei (Japão): 0,00%Hang Seng Index (Hong Kong): -2,09%Kospi (Coreia do Sul): +0,50%ASX 200 (Austrália): -0,41%

update 8h03

IGP-10 tem alta de 1,14% em dezembro, diz FGV

O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) subiu 1,14 por cento em dezembro, ante elevação de 1,45 por cento no mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta sexta-feira.

update 8h02

EUA: índices futuros avançam em dia de agenda vazia

Sem indicadores relevantes na agenda, os índices futuros dos EUA operam em alta nesta sexta-feira (13), após o Dow Jones recuar cerca de 0,5% na véspera, registrando sua sexta queda consecutiva e marcando a sequência mais longa de perdas desde abril. O Nasdaq caiu quase 0,7%, encerrando abaixo da marca de 20.000 pontos, com ações de tecnologia, como as da Nvidia, em baixa, enquanto o S&P 500 recuou cerca de 0,5%. Na semana, o Dow Jones caminha para um declínio de 1,6%, enquanto o S&P 500 aponta para uma queda de 0,6%. Já o Nasdaq apresenta desempenho superior, projetando um avanço semanal de 0,2%. Os movimentos de quinta-feira foram influenciados por um relatório do índice de preços ao produtor de novembro, que superou as expectativas. Os pedidos de auxílio-desemprego subiram para 242.000 na semana encerrada em 7 de dezembro, acima das estimativas dos economistas, que apontavam 220.000.

Dow Jones Futuro: +0,23%S&P 500 Futuro: +0,33%Nasdaq Futuro: +0,67%

update 8h00

Abertura de mercados

A semana termina com renovados temores sobre a situação fiscal no país e com os mercados de olho no estado de saúde do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e na perspectiva para os juros nos Estados Unidos. Ao permanecer no hospital após realizar uma cirurgia para drenar um hematoma no crânio, Lula estava longe das mais recentes articulações pelo avanço do pacote de contenção de gastos no Congresso, gerando no mercado mais incerteza sobre a tramitação das medidas. A expectativa é de que Lula deixe a terapia intensiva nesta sexta após um procedimento complementar na véspera. Enquanto isso, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse ver como possível a aprovação de medidas fiscais pelo Congresso Nacional antes do recesso de fim de ano. No exterior pairava a decepção de investidores com a falta de detalhes sobre medidas de estímulo na China, enquanto o dólar era impulsionado pelo maior aumento semanal em um ano nos rendimentos de Treasuries de longo prazo devido ao recuo das expectativas de cortes nos juros nos EUA em 2025. (Reuters)

update 7h54

Principais índices em Nova York terminaram sessão de ontem com quedas

Investidores em Wall Street reagiram à inflação ao produtor (PPI), que veio mais forte do que o esperado, o que ampliou a confusão sobre o que o Federal Reserve pode fazer na sua última reunião do ano, semana que vem. “Embora o PPI de quinta-feira tenha sido mais forte do que o esperado, acreditamos que o Federal Reserve ainda prosseguirá com seu esperado corte de taxa de 25 pontos-base em dezembro, já que outros pontos de dados de inflação nas últimas semanas e meses se moveram na direção certa”, disse à CNBC Clark Bellin, presidente e diretor de investimentos da Bellwether Wealth. “Acho que a trajetória da desinflação é promissora e preocupante ao mesmo tempo”, disse também à CNBC Keith Buchanan, gerente sênior de portfólio da Globalt. “Continuamos a nos esforçar abaixo de 3%, mas o progresso parece estar diminuindo à medida que tentamos levar as coisas em direção à meta do Fed de 2%”.

Dia (%)PontosDow Jones-0,5343.914,12S&P 500-0,546.051,25Nasdaq-0,6619.902,84
update 7h52

DIs: juros futuros encerraram ontem com altas por toda a curva

update 7h50

Dólar comercial terminou ontem com alta de 0,69% e volta aos R$ 6

O dólar interrompeu duas baixas seguidas diante do real. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana, que na comparação com as principais moedas do mundo ficou com o índice DXY em alta de 0,22%, aos 106,94 pontos.

Venda: R$ 6,009Compra: R$ 6,009Mínima: R$ 5,869Máxima: R$ 6,048

update 7h45

Ibovespa fechou ontem com baixa de 2,74%, aos 126.042,21 pontos

Máxima: 129.587,08Mínima: 125.828,56Diferença para a abertura: -3.551,10 pontosVolume: R$ 26,90 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

Segunda-feira (9): +1,00%Terça-feira (10): +0,80%Quarta-feira (11): +1,06%Quinta-feira (12): -2,74%Semana: +0,08%Dezembro: +0,30%4T24: -4,38%2024: -6,07%

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