Índices futuros dos EUA avançam à espera de decisão do Fed
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Ibovespa hoje
Focus: mercado eleva previsão de Selic para 14% em 2024 e vê IPCA em 4,89% este ano. Lula critica Selic acima de 12% após alta hospitalar: “Não tem explicação”.Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Ibovespa futuro renova mínima, com -0,36%, aos 124.550 pontos
Futuros de Bitcoin (BITFUT) começam sessão com avanço de 2,86%, aos 633.840,00
Minidólar com vencimento em janeiro (WDOF25) começa dia com alta de 0,32%, cotado a 6.073,50
Dólar futuro abre em alta de 0,31%, cotado aos 6.066,00 pontos
Mini-índice com vencimento em dezembro (WINZ24) começa dia com baixa de 0,06%, aos 124.930 pontos
Ibovespa futuro abre em queda de 0,11%, cotado aos 124.865 pontos
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho e Mauro Botto
Número de mortos por ofensiva israelense em Gaza passa de 45.000, diz Ministério da Saúde
A ofensiva militar de Israel na Faixa de Gaza matou pelo menos 45.028 palestinos e feriu 106.962 desde 7 de outubro de 2023, informou o Ministério da Saúde do enclave palestino nesta segunda-feira.
Índice EWZ sobe 0,20% na pré-abertura dos EUA
BCE deve continuar reduzindo juros em pequenos movimentos, diz Kazimir
O Banco Central Europeu deve continuar a cortar as taxas de juros em pequenos movimentos e resistir à tentação de tentar sustentar o crescimento em um bloco monetário que sofre, em grande parte, com falhas estruturais, disse o membro eslovaco do BCE, Peter Kazimir, nesta segunda-feira. O BCE reduziu os juros em 25 pontos-base, para 3%, na semana passada, mas algumas autoridades pressionaram por um passo maior, com base na premissa de que o crescimento está especialmente fraco e a inflação pode até mesmo ficar abaixo da meta de 2% do BCE no médio prazo. “A manutenção de uma abordagem gradual, passo a passo, por meio de cortes de 25 pontos-base nos juros continua a ser a estratégia mais prudente”, disse Kazimir, um franco defensor da política monetária, em uma postagem no blog. “Um afrouxamento monetário mais agressivo exigiria uma mudança drástica nas condições para justificá-lo”, acrescentou Kazimir. Na semana passada, o BCE reduziu sua previsão de crescimento para a zona do euro, composta por 20 países, e disse que os riscos ainda estavam inclinados para resultados ainda mais negativos, especialmente se o novo governo dos Estados Unidos adotar barreiras comerciais. (Reuters)
Minidólar (WDOF25): Confira os pontos de suporte e resistência para esta segunda (16)
Mini-índice (WINZ24): Confira os pontos de suporte e resistência nesta segunda (16)
Kora Saúde (KRSA3): controladora propõe nova OPA com prêmio superior a 30%
Pedido marca a segunda tentativa da HIG de retirar a Kora da Bolsa, após uma operação frustrada em julho.
Investidor estrangeiro retirou R$ 530,4 milhões da B3 em 12/12
Em dezembro, foram aportados R$ 1,44 bilhão, enquanto no acumulado do ano o déficit negativo soma R$ 32,37 bilhões.
Focus: projeção para o câmbio sobe para R$ 5,99 para o fim de 2024
Focus: projeções para o PIB sobem para 2024 e 2025
Focus: projeção para a Selic sobe para 14% para 2025
Focus: projeção para o IPCA sobe para 2024, 2025 e 2027
Ultra (UGPA3) indica Rodrigo Pizzinatto para presidência-executiva
O grupo de combustíveis e logística Ultra anunciou nesta segunda-feira que seu conselho de administração elegeu o vice-presidente financeiro, Rodrigo Pizzinatto, para ocupar a presidência-executiva a partir de abril do próximo ano. A companhia, dona da rede de postos de combustíveis Ipiranga, afirmou que Alexandre Palhares, diretor de planejamento, relações com investidores e tesouraria, foi indicado para o lugar de Pizzinatto na diretoria financeira. O atual presidente-executivo do grupo, Marcos Lutz, será indicado para ocupar a presidência do conselho de administração, bem como as presidências de todos os conselhos dos principais negócios da Ultra, segundo fato relevante ao mercado.
Agora: começa o programa Morning Call desta segunda (16)
Lula rejeita IVA mais alto e diz que governo avaliará mudanças na reforma tributária
Projeto voltará ao debate na Câmara nesta segunda após modificações realizadas pelo Senado que levariam alíquota a 27,91%.
Declínio na atividade empresarial da zona do euro perde força em dezembro, mostra PMI
O declínio na atividade comercial da zona do euro diminuiu dezembro, com o setor de serviços voltando a crescer e compensando uma contração de longa data no setor industrial, mostrou uma pesquisa nesta segunda-feira. O Índice de Gerentes de Compras (PMI) Composto preliminar da zona do euro da HCOB, compilado pela S&P Global, subiu para 49,5 em dezembro, em comparação com os 48,3 registrados em novembro, mas ainda ficou aquém da marca de 50 que separa crescimento de contração. Uma pesquisa da Reuters apontava expectativa de queda para 48,2. “A atividade do setor de serviços voltou ao território de crescimento e está mostrando um ritmo de expansão perceptível, se não exuberante, semelhante ao observado em setembro e outubro”, disse Cyrus de la Rubia, economista-chefe do Hamburg Commercial Bank. Um índice que mede o setor de serviços voltou a subir de 49,5 para 51,4, contrariando as expectativas da pesquisa da Reuters de que não haveria mudanças em relação a novembro. (Reuters)
Ninguém tem mais responsabilidade fiscal do que eu, diz Lula após receber alta
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em entrevista ao “Fantástico”, da Rede Globo, que ninguém tem mais responsabilidade fiscal do que ele, e voltou a criticar a taxa de juros. No domingo, Lula recebeu alta do hospital Sírio-Libanês em São Paulo, onde passou por cirurgia de emergência na madrugada de terça-feira para drenar um hematoma no crânio, consequência de uma queda sofrida em outubro. “Vou repetir: ninguém nesse país, do mercado, tem mais responsabilidade fiscal do que eu”, disse Lula na entrevista. “Entreguei esse país, sabe, numa situação muito privilegiada. É isso que eu quero fazer outra vez. E não é o mercado que tem ficar preocupado com os gastos do governo. É o governo. Porque, se eu não controlar os gastos, se eu gastar mais do que eu tenho, quem vai pagar é o povo pobre.” O presidente afirmou que o governo fez “aquilo que é possível” ao mandar o pacote fiscal para o Congresso Nacional. “A única coisa errada nesse país é a taxa de juros estar acima de 12%. Essa é a coisa errada. Não há nenhuma explicação”, declarou ele, após decisão do Comitê de Política Monetária, na semana passada, de elevar a taxa Selic em 1,00 ponto percentual, a 12,25% ao ano. (Reuters)
Barris de petróleo recuam e minério de ferro sobe
Os preços do petróleo operam em baixa após um avanço semanal, já que os EUA sinalizaram sanções mais rígidas ao petróleo bruto russo e as autoridades chinesas prometeram reforçar a economia do país. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, com a retomada das esperanças de flexibilização monetária por lá, superando a fraca demanda no curto prazo e os dados imobiliários sombrios que haviam levado os preços aos níveis mais baixos na semana anterior. O minério de ferro de referência SZZFF5 para janeiro na Bolsa de Cingapura subia 0,92%, a US$ 104,85 a tonelada.
Petróleo WTI, -1,07%, a US$ 70,53 o barrilPetróleo Brent, -0,87%, a US$ 73,84 o barril
Mercados da Europa recuam juntos
Os mercados europeus operam em queda, depois que as ações chinesas caíram após dados decepcionantes de vendas no varejo. Os traders na Europa também estão cautelosos após a Moody’s ter cortado a nota de crédito da França e antes de um voto de confiança no chanceler alemão Olaf Scholz. Uma perda para Scholz pode desencadear eleições antecipadas. A medida ocorre após o colapso de sua coalizão de governo no mês passado. Já o Banco da Inglaterra se reúne na quinta-feira (19), com os mercados até agora precificando apenas uma pequena chance de um corte final nas taxas do ano.
FTSE 100 (Reino Unido): 0,29%DAX (Alemanha): -0,23%CAC 40 (França): -0,65%FTSE MIB (Itália): -0,07%STOXX 600: -0,19%
Bolsas da Ásia fecham dia em queda
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram em queda após a divulgação de dados decepcionantes de vendas no varejo da China, indicando que a segunda maior economia do mundo continua enfrentando dificuldades para se recuperar. Embora as vendas no varejo da China tenham aumentado 3% em relação ao ano passado, isso ficou aquém das previsões de crescimento de 5% por economistas pesquisados pela Bloomberg. O Banco do Japão (BOJ) provavelmente manterá as taxas de juros quando divulgar sua decisão na quinta-feira, enquanto o Banco Popular da China (PBOC) anunciará suas taxas preferenciais de empréstimo na sexta-feira. A LPR de um ano influencia empréstimos corporativos e a maioria dos empréstimos residenciais na China, enquanto a LPR de cinco anos serve como referência para taxas de hipoteca.
Shanghai SE (China), -0,16%Nikkei (Japão): -0,03%Hang Seng Index (Hong Kong): -0,88%ASX 200 (Austrália): -0,56%
EUA: índices futuros avançam antes de decisão do Fed na quarta
A sessão desta segunda-feira (16) apresenta leves ganhos nos índices futuros dos Estados Unidos, no início de uma semana que será marcada pela decisão sobre política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), prevista para quarta-feira. Atualmente, a taxa de juros americana está na faixa de 4,50% a 4,75%, e a expectativa é de uma redução de 0,25 ponto percentual, ajustando o intervalo da taxa de juros para 4,25% a 4,5%, impulsionada por dados mistos sobre a inflação e o mercado de trabalho. Os traders também estarão prestando muita atenção à coletiva de imprensa do presidente do Fed, Jerome Powell, para obter pistas sobre a trajetória das taxas de juros.
Abertura de mercados
A semana começa com expectativa por decisão do Fed, ata do Copom e Relatório de Inflação do Banco Central, enquanto investidores digerem a alta hospitalar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dados fracos da China e o anúncio de nova intervenção cambial do BC. O Fed lidera na quarta-feira uma semana que será carregada de reuniões de bancos centrais, com os mercados precificando uma probabilidade de 96% de um corte de 0,25 ponto percentual nos juros dos Estados Unidos. Também haverá reuniões de política monetária na Suécia, Japão, Reino Unido e Noruega. Na cena nacional, o foco recai sobre a ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC na terça e sobre o Relatório de Inflação na quinta. Na semana passada, o BC acelerou o ritmo de aperto nos juros e elevou a taxa Selic em 1,00 ponto percentual, a 12,25% ao ano, e surpreendeu ao prever mais duas altas da mesma magnitude à frente. Na pauta do dia, os mercados eram pressionados por dados econômicos fracos da China, onde o consumo desacelerou mais do que o esperado em novembro. As vendas no varejo cresceram apenas 3% no mês passado, muito mais lentamente do que o aumento de 4,8% de outubro e a previsão dos economistas de 4,6%. Investidores nacionais devem reagir também à decisão do BC de fazer novo leilão de dólares com compromisso de recompra nesta segunda-feira, quando serão ofertados 3 bilhões de dólares ao mercado no que será o terceiro pregão consecutivo com intervenções no câmbio. (Reuters)
Principais índices em Nova York terminaram sexta tanto a sessão e quanto a semana de maneira mista
Investidores em Wall Street já olham para a próxima semana, quando o Federal Reserve vai anuncia, na quarta-feira (18), sua nova taxa de juros. “Estamos meio presos nessa faixa de negociação”, disse à CNBC Jay Hatfield, CEO da Infrastructure Capital Advisors. “O Nasdaq terá desempenho superior, as small caps terão desempenho inferior, e o Dow terá desempenho inferior até que tenhamos algum catalisador”.
DIs: juros futuros encerraram a sexta com altas por toda a curva, com exceção do vértice mais curto
Dólar comercial terminou a sexta-feira com alta de 0,43%, mesmo com leilão do BC
O dólar engatou a segunda alta seguida diante do real, mesmo em dia que o BC promoveu um leilão da moeda. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana, que na comparação com as principais moedas do mundo ficou com o índice DXY em leve alta de 0,05%, aos 107,01 pontos. Na semana, queda de 0,78%.
Venda: R$ 6,035Compra: R$ 6,034Mínima: R$ 5,973Máxima: R$ 6,077
Maiores baixas, altas e mais negociadas de sexta
Maiores baixas
Maiores altas
Mais negociadas
Ibovespa fechou a sexta-feira (13) com baixa de 1,13%, aos 124.612,22 pontos
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
Segunda-feira (9): +1,00%Terça-feira (10): +0,80%Quarta-feira (11): +1,06%Quinta-feira (12): -2,74%Sexta-feira (13): -1,13%Semana: -1,06%Dezembro: -0,84%4T24: -5,47%2024: -7,13%
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