12 de fevereiro de 2026

​Ibovespa (IBOV) sobe 15% em 2026 e testa máxima histórica: até onde pode ir? 

Estrutura altista prevalece, mesmo com leve recuo recente.
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O Ibovespa (IBOV) segue como um dos principais destaques positivos entre os mercados emergentes em 2026, acumulando valorização de 15,39% no ano e renovando a máxima histórica em 187.333 pontos nas últimas semanas. Mesmo após a forte trajetória de alta, o índice mostrou leve acomodação na última sessão, com recuo de 0,17%, encerrando aos 185.929 pontos. O movimento recente indica consolidação após renovação de topo, mas sem comprometer, até aqui, a estrutura altista.

No curto prazo, observo um mercado forte, sustentado acima dos 180 mil pontos, porém já em condição técnica mais esticada. O IFR (14) no gráfico diário marca 72,10, em região de sobrecompra, enquanto no semanal o indicador avança para 84,29, reforçando o alerta para possíveis correções técnicas ou realizações pontuais.

Ainda assim, tanto no diário quanto no semanal, o índice permanece acima das principais médias móveis, mantendo a tendência de alta como leitura predominante.

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Para entender até onde o Ibovespa (IBOV) pode ir, confira a análise técnica completa e os principais pontos de suporte e resistência.

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Análise técnica Ibovespa (IBOV)

No gráfico diário, sigo observando uma forte tendência de alta, com o índice renovando máximas nas últimas semanas e atingindo o recorde histórico em 187.333 pontos. Após esse movimento, o mercado entrou em um processo de consolidação lateral, sinalizando acomodação natural depois de um rali consistente.

O fechamento mais recente aos 185.929 pontos, com leve queda de 0,17%, não altera a estrutura principal. Os preços continuam acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, preservando o viés altista. No entanto, o IFR (14) em 72,10 indica sobrecompra e sugere possível perda momentânea de fôlego.

Para que o índice retome força e dê sequência ao movimento de alta, será fundamental superar novamente a máxima histórica em 187.333 pontos. Acima desse nível, projeto alvos em 190.065, 192.765 e 195.460 pontos.

Por outro lado, para que se configure um fluxo vendedor mais consistente no curto prazo, o IBOV precisará romper inicialmente a faixa de suporte entre 180.088 e 177.741 pontos. Abaixo desse intervalo, aumenta o risco de correção mais profunda, com projeções em 171.815, 166.467 e 161.765 pontos.

Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração: Rodrigo Paz

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Análise de médio prazo

No gráfico semanal, mantenho a leitura de tendência de alta consolidada. Caso o índice confirme o fechamento positivo nesta semana, poderá registrar a sexta semana consecutiva de alta, reforçando a predominância do fluxo comprador.

Em 2026, o IBOV já avança 15,39%, negociando próximo dos 185.929 pontos, muito perto da máxima histórica em 187.333 pontos. Os preços seguem acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, sustentando a estrutura altista no médio prazo.

Contudo, chama atenção o afastamento relevante em relação às médias, caracterizando um movimento esticado de alta. O IFR (14) em 84,29, já em região elevada de sobrecompra, aumenta a probabilidade de correções técnicas ou realizações parciais.

Para que o mercado ganhe novo impulso estrutural, será decisiva a superação consistente dos 187.333 pontos. Acima desse patamar, trabalho com projeções em 190.000, 193.875, 196.945, 200.000 e 203.175 pontos.

Em contrapartida, uma mudança mais relevante no fluxo dependerá do rompimento da faixa entre 178.795 e 164.725 pontos. Abaixo desse intervalo, o risco de correções mais profundas no médio prazo aumenta de forma significativa.

Fonte: Nelogica. Gráfico semanal. Elaboração: Rodrigo Paz

(Rodrigo Paz é analista técnico)

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O que é uma linha de tendência na análise gráfica?O que são médias móveis e como usá-la para estratégia de TradeBandas de Bollinger: como usar e interpretar?

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