Lucro por ação da fabricante de GPUs avançou 82% na base anual
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A Nvidia (NVDC34) reportou mais um trimestre de resultados acima das expectativas, com surpresa positiva de 3,4% na receita e de 5,8% no lucro por ação. O destaque ficou por conta da divisão de data centers, que cresceu 75,1% na comparação anual e atingiu US$ 62,3 bilhões — acima dos US$ 60,4 bilhões projetados pelo consenso de mercado.
O lucro por ação avançou 82% na base anual, retomando a trajetória de aceleração após a desaceleração registrada no trimestre anterior. Os números reforçam o protagonismo da companhia na transição global para computação acelerada e inteligência artificial.
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OpenAI mira US$ 280 bi em receita até 2030
A OpenAI revisou suas projeções internas de faturamento para mais de US$ 280 bilhões em 2030, uma alta de 25% a 30% em relação às estimativas anteriores, segundo reportagem da The Information. A expectativa é de uma divisão equilibrada entre os negócios voltados ao consumidor e ao mercado corporativo.
A aposta, no entanto, segue arriscada. A companhia precisa escalar como uma grande empresa de tecnologia, mas ainda se financia como startup, com pouca margem para erros de execução. A tese continua altamente dependente de um cenário de crescimento extraordinário em escala global.
CDI alto não basta: XP defende diversificação
O time de alocação da XP publicou seu Outlook para 2026 com uma mensagem clara: o CDI é essencial como núcleo defensivo, mas tratá-lo como destino único é um erro. Por ser uma taxa instantânea, sujeita aos ciclos econômicos, o que parece suficiente hoje pode não preservar o poder de compra amanhã.
Os especialistas alertam para os custos de oportunidade e o risco de concentração excessiva. A recomendação é diversificar de verdade, aproveitando oportunidades em diferentes classes de ativos enquanto o cenário permite.
Terras raras entram no radar dos investidores
A demanda global por terras raras cresce de forma expressiva, impulsionada pela eletrificação, expansão de fontes renováveis e avanço da indústria de eletrônicos. As tensões geopolíticas aceleraram os esforços para diversificar a cadeia de suprimentos, e o Brasil desponta como potencial fornecedor estratégico.
A exposição direta ao tema por meio de empresas brasileiras listadas ainda é limitada. Para investidores interessados, a XP aponta os ETFs como alternativa viável dentro de uma abordagem cautelosa e diversificada.
TIM (TIMS3) projeta até R$ 5,5 bi em remuneração ao acionista em 2026
A TIM (TIMS3) apresentou seu plano estratégico com foco em eficiência operacional e geração de caixa. O guidance para 2026 prevê remuneração ao acionista entre R$ 5,3 bilhões e R$ 5,5 bilhões, o que implica um dividend yield na casa dos 8%.
A estratégia aposta na criação de valor por meio de ganhos de eficiência, reforçando o perfil da operadora como uma das principais pagadoras de dividendos do setor de telecomunicações na B3.
Raízen (RAIZ4) lidera alta nas taxas de aluguel e atrai atenção do mercado
A taxa de aluguel das ações da Raízen (RAIZ4) disparou para 74,4%, um salto de 36,3 pontos percentuais em apenas duas semanas, segundo o XP Short Scout. O short interest subiu levemente, alcançando 33% do free float, sinalizando pressão vendedora concentrada no papel.
Outras ações também registraram avanço nas taxas de aluguel, com destaque para Magazine Luíza (MGLU3), a 22,9%, e Assaí (ASAI3), a 7,1%. O monitor ainda aponta movimentação relevante em AUAU3, AZZA3, BBAS3, BBSE3, BHIA3, BRKM5, INTB3, PCAR3, SOJA3 e VIVA3.
Enel avalia futuro de concessões no Brasil
A tensão entre a Enel, governos locais e o governo federal segue escalando, e a XP analisou os possíveis caminhos para as três concessões de distribuição da empresa no país. O relatório mapeia estratégias de permanência ou saída e identifica potenciais candidatos à aquisição dos ativos.
O caso coloca em perspectiva o dilema entre o custo de manter operações sob forte escrutínio regulatório e político e o preço de uma eventual saída do mercado brasileiro.
HSI Malls (HSML11) mantém recomendação de compra pela XP
A XP reiterou a recomendação de compra para o fundo imobiliário HSI Malls (HSML11), destacando a gestão especializada, as participações majoritárias nos empreendimentos e o portfólio de shoppings consolidados em suas regiões de atuação.
Os indicadores operacionais seguem sólidos, e o fundo negocia com desconto em relação aos pares, oferecendo dividend yield considerado atrativo pelos analistas.
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