A CLIPPVE, uma organização não governamental, informou separadamente a libertação dos presos políticos
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15 Fev (Reuters) – A Venezuela libertou 17 presos políticos no sábado, informou o comitê de direitos humanos do movimento oposicionista Vente Venezuela em uma publicação na rede social X.
A CLIPPVE, uma organização não governamental, informou separadamente a libertação dos presos políticos, entre os quais 10 homens e sete mulheres da prisão Zona 7, em Caracas.
Parentes do lado de fora da prisão aderiram a uma greve de fome iniciada pelos presos depois que apenas 17 dos mais de 50 detidos foram libertados, informaram grupos de direitos humanos.
A CLIPPVE disse que o protesto é uma exigência para que o governo cumpra a promessa feita na semana passada por Jorge Rodriguez, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, de conceder liberdade a todos os detidos no centro.
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A Venezuela vem libertando gradualmente os detidos após a captura do presidente Nicolás Maduro pelos Estados Unidos em 3 de janeiro, embora o processo tenha recebido críticas de grupos de direitos humanos e familiares, que afirmam que o ritmo tem sido lento e carece de transparência.
As libertações ocorreram depois que parlamentares venezuelanos adiaram na quinta-feira um debate sobre um projeto de lei de anistia que visa conceder clemência imediata a indivíduos presos por participarem de protestos políticos.
O grupo de direitos humanos Foro Penal afirma ter verificado mais de 430 libertações de presos políticos desde 8 de janeiro, embora não inclua aqueles transferidos para prisão domiciliar em sua contagem.
O grupo estimou no sábado que mais de 644 presos políticos continuam detidos, um número que inclui 47 pessoas cujo paradeiro é desconhecido e 57 pessoas recentemente registradas como presas.
O governo nega manter presos políticos e afirma que os detidos cometeram crimes. Autoridades apresentaram um número muito maior de libertações — quase 900 —, incluindo libertações de anos anteriores em seus cálculos.
O governo venezuelano nunca forneceu uma lista oficial de quantos presos serão libertados, nem quem são eles.
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